Trabalhar com o Manoel de Oliveira é sempre um prazer enorme. Tudo corre na perfeição: não há gritarias, os horários são cumpridos ao segundo e no final todos estão contentes com um trabalho bem feito. É a diferença entre um grande mestre do cinema como o Oliveira e as baratas tontas do costume.
5 comentários:
E não esquecer o Kafka, na metamorfose, tambem usou a barata! ( e mostrou tambem como é que é quando nos tornamos na barata da casa )...a outra coisa que admiro nas baratas : As cabronas habituam-se ao veneno que lhe dámos e sobrevivem....elas resistem nem que seja a comer lixo nuclear!!!
Bem NO NUC NO NUC NO NUC !!!!
bem, boa "posta" esta!
Abraço Libertário !
Outra coisa : Acreditas no que dizem os "críticos" que o M. Oliveira é o Ed wood Português...acho um pouco foleira a comparação!! não achas ???
Trabalhaste com o Manoel de Oliveira ?!?! :D
lol Não sei se é o Ed Wood, mas é seguramente um realizador contra a corrente. André, vê no próximo filme dele a sequência do discurso do presidente da Gulbenkian que eu vou lá estar pelo meio.
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