2004-10-12

Alberto João Jardim

Hoje, gostaria de aproveitar esta crónica (detesto o termo post, é tão impessoal!) para contar uma história pequena e rigorosamente verdadeira a propósito do nosso Alberto João Jardim. A ideia foi-me instigada por alguns comentários maldosos e injustos que se podem ler na blogosfera a respeito do Presidente madeirense, que pelos vistos muitos só conhecem das parangonas – nem sempre verdadeiras – dos nossos tablóides. Jornalistas, opinadores e intelectualidade do Continente gostam de falar, sempre em tom de altivez desdenhosa e cheios de superioridade moral, de um pequenito tirano malcriado, prepotente e beberrão e tal, mas será que as coisas são mesmo assim como dizem?

Tudo começou há um punhado de anos atrás, quando eu ainda era um advogado estagiário tímido, inexperiente e sobretudo jovem. Eu era o defensor de turno no Tribunal de Comarca do Funchal, quando me chegou subitamente às mãos um processo judicial curioso: o meu cliente (cujo nome não revelarei, por razões óbvias) era um homem humilde e de poucas posses e estava nessa tarde de tal modo nervoso que não dizia coisa com coisa. Não faz mal, esperamos pela audiência para que se esclareça tudo. Entra o juiz, começam os trabalhos e a surpresa é espantosa: do outro lado do litígio, estão nada mais nada menos que Alberto João Jardim e um seu colaborador (cujo nome também não revelarei, por razões igualmente óbvias)!

Na manhã seguinte, a minha estratégia é conseguir que os dois ilustres proponentes desistam da acção. Mas será possível fazê-lo num prazo exíguo de algumas horas? Telefono para a residência oficial do Governo e imaginem o espanto da voz do outro lado quando digo: «olhe, faz favor, queria falar com o Dr. Alberto João Jardim». Como eu nem sequer dispunha de um faxe, lá fui a correr para expor pessoalmente o caso aos chefes de gabinete, todos com cara de espanto face à audácia do jovem causídico. Durante a tarde, o suspense é insuportável. Felizmente, tudo acabará em bem: os queixosos acedem aos meus pedidos, o cliente é absolvido e o processo é resolvido da forma mais civilizada possível, como sempre sucede entre pessoas de bem. Surpreendidos? Afinal, talvez Jardim não seja o filho da mãe arrogante que alguns julgam…

17 comentários:

cantadeira disse...

Eu posso cantar de galo, porque não sou PSD, a unica vez em uqe militei em politica foi no PCP nso tempos da UEC(U

cantadeira disse...

Eu posso cantar de galo, porque não sou PSD, a unica vez em uqe militei em politica foi no PCP nso tempos da UEC(U

cantadeira disse...

Eu posso cantar de galo, porque não sou PSD, a unica vez em uqe militei em politica foi no PCP nso tempos da UEC(U

cantadeira disse...

Posso cantar de galo, porque não sou filiada em nada, só nos meus tempos de studante pertenci à UEC-União dos estudantes comunistas- e com muito orgulho.Depois a politica desencantou-me.
Nunca recebi nehum convite para cantar nalgum evento cultural do governo do Alberto J., nunca recebi apoio de ninguem desse partido, para eles eu não existo. Tudo bem. Contudo há que dizer-se a verdade.Alberto J. consegue as vitorias sucessivas pela sua honestidade pessoal, pela sua boa vontade no que diz respeito às necessidades do povo. É claro que está rodeado por aLGUNS TUBARÕES QUE ENRIQUECEM subrepticiamente à custa da politica.Mas isso acontece com todas as facções partidárias.H´+a sempe ovelhas ranhosas...
Alberto J. no fundo é um puro, e comio tal é compreendido por um povo, que apesar da sua limitação cultural( que é enormíssima), viu nele, um dos seus, sobretudo porque teve a visão do bem estar do povo. Na Madeira as estradas foram necessárias...havia gente que morria porque não havia acessibilidade para fazer chegar uma ambulancia ( eu conheço um caso desses na minha freguesia!), havia gente que tinha de mandar os filhos para o funchal, para fazerem o secundário, e tinham despesas enormes com os filhos, como se estivessem na Faculdade em Lisboa ou no Porto. todas essas necessidades básicas do povo, água canalizada, luz electrica, foram satisfeitas pelo governo do PSD-M.E o povo não se esquece, porque não é ingrato. É simplesmente isto!
E depois, feliz ou infelizmente, a oposição não tem uma unica candidatura decente-são todos uns broncos à procura de taxo. E broncos por broncos, pensa muita gente, deixemos ficar estes que já conhecemos...
Valeria Mendez

Flávio disse...

Olá Valéria querida e mais uma vez, obrigado pelos seus comentários lúcidos, que subscrevo plenamente.

Agradeço em particular a sua lucidez de saber distinguir o Alberto João político, truculento e controverso, do Alberto João pessoa privada, um homem íntegro e generoso (como a minha história demonstra): uma distinção que muitos intelectuais de pacotilha aqui do Continente não sabem fazer.

Os mesmos intelectuais de pacotilha e comentadores (os "palradores", como lhes chamou Jardim!) que raramente sabem do que falam quando falam da Madeirae dos que a governam. Acho que ainda está por fazer uma análise séria e aprofundada das causas da longevidade política do nosso Presidente, v.g. a sua santa aliança com o bispo Teodoro.

Coelho disse...

Concordo consigo. Não é nenhum filho da mãe arrogante. È UM GRANDE FILHO DA PUTA!!

Anónimo disse...

AAAAA

Anónimo disse...

GRANDES COBARDES ESTUPIDOS SÂO ESTES DO PARALELO . TANTA INVEJA VAI NESSAS TOLAS ideias construtivas sim outras nâo, ídiotas coitados .

Anónimo disse...

ja nâo basta de fanatismo religioso que só da cabo do mundo

Anónimo disse...

A dona cantadeira deve estar abituada a lidar com gente menos culta nos seus lados mas nâo estou de acordo consigo quando fala de cultura , essa é muito relativa eu ja tive em sertos lugares do continente que sinceramente é de ficar pasmado com tanta cobardia e tanta estupides horas e horas a descutir futebol e,ao fim pancada bem enfim pôr todo o lado há gente menos informada mas nâo esteja a menospresar gente da nossa terra PARECE QUE NUNCA TEVE EM SERTAS TERRAS DO CONTINENTE PARESSE DO TEMPO DA IDADE DA PEDRA-PRIMITÍVOS-

Anónimo disse...

Nâo falo do Flavio nem da cantadeira se, bêm que esta devia ser mais moderada nas suas observacoês.

Anónimo disse...

O Coelho é um deparvado sem jeito que faca criticas construtivas . Eu escrevi antes é mais um cobarde do paralelo sem cultura ----O ALBERTO É UM HOMEM DE GRANDE GENÍO E UM GRANDE POLÍTICO COM FALHAS COMO TODOS OS OUTROS MAS FICARA PARA SEMPRE GRAVADO NA HÍSTORIA DE PORTUGAL COMO O GRANDE CONSTRUTOR DA AUTÓNOMIA DAS REGIONS PERIFERÍCAS DE TODA A EUROPA.-----sempre em frente--- GRANDE ALBERTO-----SEM PARTIDARISMOS DE NENHUMA PARTE É, PELA OBRA FEITA.

Anónimo disse...

F:F

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

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Ana Alves disse...

Não é o Albero João Jardim que é beneolente. É você que é um grande advogado, audaz, ambicioso e corajoso... Será qe ninguem sabe ler nas entrelinhas?