2006-09-18

Abrupto

O Pacheco Pereira é um indivíduo interessante, mas um pouco presunçoso. Recordemos, por exemplo, a insistência com que ele se auto-intitula de intelectual, como se isso fosse uma grande coisa ou fizesse dele uma pessoa melhor que todas as outras. É muito ambíguo e vago o conceito de intelectual. Não pertence ao vocabulário corrente. O que podemos afirmar com toda a certeza é que ser-se intelectual, por si só, não é nenhuma virtude. Do nazismo ao comunismo, de Joseph Goebbels a Mikhail Suslov, não faltaram intelectuais para apoiar o exercício do poder de forma autoritária e desumana, muitos deles a emprestar-lhe voz e imagem. A intelectualidade não é garantia do que quer que seja, muito menos de lucidez.

5 comentários:

Ricardo Lopes Moura disse...

pois, o Pacheco Pereira acha-se realmente muita coisa, mas afinal é muito pouca.

Eu, por outro lado, sou um intelectual, mas também um homem prático, pois o cérebro em modelo estático é o mesmo que o planeta Terra ser plano.

Não se percebeu nada? Vê-se que não és um intelectual... LOL

Quis só dizer qualquer coisa e não sabia bem o quê. Às vezes é elhor calado, senão vês no que dá!

Nuno Cargaleiro disse...

Hello!... só para indicar uma coisa, voltei! e tu Bomba, que tal as ferias?

candida disse...

todo aquele que usa o intelecto é intelectual. eu sou intelectual, o pacheco pereira é intelectual e até o emplastro que agora tem uma dentadura oferecida pelo herman, outro intelectual, é intelectual.

timor-deste disse...

Não consigo compreender como é que o "revolucionário" do MRPP, Pacheco Pereira, foi parar ao meio dos fachos. Mantém a barba para dar aquele ar...

zazie disse...

O JPP nunca pertenceu ao MRPP. Era do Grito do Povo.